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Embrapa e instituições chinesas irão desenvolver tecnologias em IA para agricultura familiar

Parceria reúne cinco instituições e prevê pesquisa conjunta, intercâmbio de pesquisadores e criação de centros-piloto de máquinas agrícolas inteligentes no Brasil

17:48

Fonte: Freepik
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A Embrapa assinou na segunda-feira (21) Memorando de Entendimento com instituições de pesquisa e empresas da China para o desenvolvimento de tecnologias em Inteligência Artificial (IA) para agricultura familiar. O acordo foi firmado em Nanjing, capital da província de Jiangsu, onde fica a sede da Sinomach Digital, na China.

Além da Embrapa, a iniciativa reúne a Universidade Agrícola de Nanjing (NAU), a Academia de Ciências Agrícolas de Jiangsu (JAAS), a Sinomach Digital Technology Corporation e a Associação Internacional para Cooperação Popular (IAPC) em um programa de trabalho colaborativo, com duração prevista de cinco anos.

A parceria tem como foco o desenvolvimento e a adaptação de soluções de agricultura digital, automação, robótica e inteligência artificial, com atenção especial às necessidades da agricultura familiar. Entre as ações previstas estão pesquisas conjuntas em máquinas agrícolas inteligentes, plataformas digitais e modelos de cultivo, além do intercâmbio de pesquisadores, missões técnicas, workshops, capacitações e busca conjunta de recursos em fundos de pesquisa brasileiros, chineses e internacionais.

Um dos principais desdobramentos previstos é a implantação de áreas-piloto no Brasil com Centros de Serviços de Maquinário Agrícola Inteligente. A proposta é disponibilizar máquinas de pequeno e médio porte, sensores, internet das coisas (IoT) e inteligência artificial para apoiar o monitoramento e a gestão da produção.

Para a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, a cooperação amplia as possibilidades de desenvolvimento conjunto entre os dois países. “Essa cooperação Brasil-China é muito importante para adaptação de soluções tecnológicas na área de agricultura digital, automação, robótica e inteligência artificial, visando a produção de sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e inclusivos."

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