Centro-Sul terá semana de frio e retorno das chuvas
Duas massas de ar polar e uma nova frente fria devem provocar queda das temperaturas e geadas localizadas
14:44
Fonte: Pexels
A região Centro-Suldo Brasil deverá enfrentar uma semana marcada por temperaturas mais baixas e pelo retorno das chuvas, de acordo com os modelos meteorológicos do Meteoblue e do Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo (ECMWF).A previsão indica a atuação de duas massas de ar frio nos próximos dez dias. A primeira começa a influenciar o clima nesta segunda-feira (6), enquanto uma nova incursão de ar polar é esperada para terça-feira (7). O resfriamento deverá alcançar o Sul do país, o sul de Mato Grosso do Sul e áreas de maior altitude de São Paulo e Minas Gerais.O pico do frio está previsto para quarta-feira (8), quando os termômetros poderão registrar temperaturas negativas nas áreas serranas da Região Sul. Também há possibilidade de geadasfracas em regiões produtoras do Paraná e do sul de Mato Grosso do Sul.Na quinta-feira (9), a massa de ar frio deverá avançar para áreas mais elevadas de São Paulo e do sul de Minas Gerais. Apesar da queda nas temperaturas, o risco de geadas atingirem os cafezais do sul mineiro permanece baixo.Após essa primeira onda de frio, as temperaturas devem voltar a subir temporariamente. No entanto, uma nova frente fria é prevista para sábado (11), favorecendo o retorno das chuvas ao Centro-Sul.As precipitações deverão começar pelo extremo oeste do Paraná e avançar sobre os demais estados da Região Sul, Mato Grossodo Sul e parte do Sudeste. Os maiores acumulados são esperados para o sul do Paraná, entre 40 e 60 milímetros.Em Mato Grosso do Sul, São Paulo e no sul de Minas Gerais, os volumes de chuva deverão variar entre 10 e 30 milímetros, o que pode provocar paralisações pontuais e de curta duração nas operações de colheita.Após a passagem da frente fria, uma nova queda das temperaturas é esperada no início da próxima semana. Embora a massa de ar polar prevista seja menos intensa que a atual, os modelos indicam a possibilidade de novas instabilidades na sequência, com chuvas em diferentes áreas do Centro-Sul e novos impactos localizados sobre as atividades de campo.