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Custo de produção da arroba bovina em confinamento no Centro-Oeste sobe 6,64% em setembro

Maior tempo do rebanho no cocho foi crucial para o resultado, mesmo com alta no rendimento de arroba por animal

13:53

Fonte: Jonatas Boni/Sistema Famato
Fonte: Jonatas Boni/Sistema Famato
O custo de alimentação dos rebanhos no Centro-Oeste na modalidade de confinamento subiu 6,64% em setembro para R$ 12,68 por cabeça/dia no comparativo mensal, mostra o Índice de Custo Alimentar Ponta (ICAP). Na região, o ciclo dos animais abatidos passou de 107 para 118 dias de cocho, enquanto a produção avançou de 7,81 para 8,32 arrobas por cabeça. Desta forma, o custo da arroba produzida chegou a R$ 224,52, maior valor desde abril de 2025.

O indicador é calculado a partir de dados reais coletados pela tecnologia de gestão de confinamento (TGC), que gerencia mais de 57% das cabeças confinadas do país (Beef Report Abiec/2026).

No Sudeste, o custo de alimentação dos rebanhos registrou ligeira alta de 0,25% em setembro para R$ 11,47 por cabeça/dia. Os animais permaneceram 112 dias no cocho e produziram 7,91 arrobas por cabeça. Na lucratividade da arroba produzida, o Sudeste avançou 3,98%, para R$ 1.210,21 por cabeça, enquanto o Centro-Oeste recuou 7,77%, para R$ 906,75. Com isso, a vantagem do Sudeste chegou a R$ 303,46 por cabeça, a maior de 2026.

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