Santa Catarina vistoria 1,6 mil granjas após caso de Newcastle
Ações de vigilância se concentram em raio de 10 quilômetros ao redor da granja afetada em Nova Itaberaba
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Foto: Freepik
O governo de Santa Catarina, por meio da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), informou que as ações de vigilância após a confirmação de um foco de doença de Newcastle em uma granja comercial de perus, em Nova Itaberaba, já alcançaram mais de 1,6 mil propriedades rurais.O foco foi confirmado na segunda-feira (19) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Desde então, o governo federal decretou emergência zoossanitária por 60 dias em Nova Itaberaba e nos municípios vizinhos de Águas Frias, Coronel Freitas e Nova Erechim.Equipes da Cidasc e do Mapa atuam tanto na propriedade afetada quanto em um raio de 10 quilômetros ao redor do local, com vistorias em estabelecimentos rurais da região.A granja onde o foco foi identificado permanece interditada, com acesso restrito a profissionais autorizados.Entre as medidas sanitárias previstas estão a eliminação das aves da propriedade, a limpeza e desinfecção das instalações e o descarte de materiais que tiveram contato com os animais.Durante as vistorias nas propriedades da região, também poderão ser coletadas amostras de sangue das aves para verificar a eventual circulação do vírus.
Restrições comerciais
Após a confirmação do foco, alguns parceiros comerciais adotaram restrições às importações de produtos avícolas brasileiros.Arábia Saudita, China e Chile suspenderam compras de determinados produtos provenientes de Santa Catarina. Já Malásia e México adotaram restrições aplicáveis a produtos avícolas originários de todo o território brasileiro.O governo catarinense e o Mapa seguem com as ações de vigilância e controle para eliminar o foco e evitar a disseminação da doença.